sábado, 16 de setembro de 2017

Começa a 1ª Copa Titânico 50tão!

I LOVE LAJE NO FOMENTO À CULTURA DA PERIFERIA



É hora de resolver quem vai pra final da Copa Inocoop de Veteranos

I LOVE LAJE NO FOMENTO À CULTURA DA PERIFERIA

Domingo, 17, a 1ª Copa Inocoop/Futbolando de Veteranos 35 vai a campo para decidir quem continua em busca do título... 

Abrindo o certame, às 9h40, o Jd Leônidas chega empolgado depois da vitória de 2 a 1 sobre o 11 Garotos do Jd Clementino...

Para encarar o União Vila Gilda, que se tornou a boa surpresa da competição ao eliminar Aliados Fortes na goleada de 4 a1.

Em seguida, às 11 horas, é a vez do Casarão testar a sua força. No jogo da classificação bateu o Alfhavile em 2 a 1 e pretende repetir a boa atuação em busca de uma vaga na final...

O adversário a se encarado é Manchester, que bateu o Pq Regina em 2 a 0, e tem fôlego e futebol para seguir adiante. 

TORCEDOR PRESTIGIE O FUTEBOL VARZEANO

Confira a goleada do União da Vila Gilda sobre o Aliados Fortes por 4 a1.


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DO CAMPO LIMPO AO SINTÉTICO

POESIA SEM MISÉRIA

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Esse projeto foi contemplado pela 1ª edição do Programa de Fomento à Cultura da Periferia da cidade de São Paulo




sexta-feira, 8 de setembro de 2017

Os candidatos ao título da 1ª Copa Inocoop de Veteranos 35

I LOVE LAJE NO FOMENTO À CULTURA DA PERIFERIA

No CDC Uleromã, domingueira, 03, muita emoção nas quartas de final da 1ª Copa Inocoop/Futbolando.

A rodada teve 12 gols marcados e revelaram os quatro semifinalistas deste concorrido torneio.

Pedrão, acima, torcedor maior do Jd Leônidas se pôs de joelhos quando no último minuto...

...o árbitro marca o penal que garantiu a classificação do seu time.

O Casarão abriu a série e foi o primeiro a buscar passagem ao vencer o Alfhavile por 2 a 1.

Betinho cobrou falta com maestria, no canto, quicando no chão, pra repousar na malha da gaiola. 1 a 0.

Gildeny fez 2 a 0 e o jogo se complicou quando o Alfha meteu caixa com Vagner.

Apesar da pressão, o Casarão segurou nos dentes a oportunidade de chegar à decisão do título.


Na segunda peleja, o Jd Leônidas conseguiu reverter uma situação difícil.

Tinha um jogador a mais graças a expulsão do adversário, e tomou 1 a 0 feito pelo Marquinho.

No segundo tempo, a equipe foi valente e conseguiu achar espaço.

Mario e Jonas mantiveram o sonho em vista e marcaram na virada de 2 a 1.

No terceiro confronto, a surpresa do 'mata'. Na verdade, o União da Vila Gilda nocauteou o Aliados Fortes em dez minutos.



3 a 0 assim de estalo. O Aliados buscou ar e descontou com Emerson.

Mas caiu em 4 a 1 com dois jabs do Genildo, Aneilson e Cledinaldo.

Por fim, o Manchester teve o Pq Regina pela frente e com gols de Jeferson e Eduardo conseguiu dar mais importante passo em busca da almejada Copa.


O time vem fazendo boa campanha com apenas 1 derrota em 5 jogos, mostrando-se uma equipe difícil de ser batida. 

Quem pega quem?
Semifinais - domingo 17/09

União da Vila Gilda x Leonidas
Casarão x Manchester

OS GOLS DA VITÓRIA DO JD LEONIDAS

O Clementino, apesar de ter tido expulso seu zagueiro, respondeu de imediato com Marquinho que no maior melê descolou o chute e mandou a bola pra rede: 1 a 0.

 Gol de Marquinho incendiou a partida...

Segundo tempo, Basílio ganhou o lance antes do meio campo...

 E partiu em disparada até chegar na grande área e então armar o gatilho...

Pro disparo cruzado...

O goleiro Romário tentou, mas não conseguiu evitar o caminho do gol...

Aí o Basílio em foto pra guardar de recordação...

E já nos descontos o coração ardeu. O zagueiro do Clementino ao tentar rechaçar a bola acertou o próprio braço.

Pênalti que o camisa 10 Mário se posicionou pra bater...

Romário é problema. É catador de penal. É dos grandes goleiros da nossa várzea. Tem história na melhores equipes de Taboão.

Nessa ele deu azar. Fez a defesa mas deu sobra e o Mario aproveitou o rebote pra emplacar a virada de 2 a 1.

Mário e Basílio comemoram o gol da classificação...

É o Jd Leônida chegando. À direita, o presidente Zé Carlos festeja a continuidade da equipe em busca do pódio.

DESTAQUES DA RODADA

Em cima da laje, o torcedor acompanhando a nossa curtição domingueira...

 Aê Sarau! É nóis na fita!

Rapaziada do Jd Clementino, equipe que tenho maior estima, onde, na minha época, joguei muita bola...

Fabiano em foto pra guardar de recordação...

Um salve forte à participação da equipe taboanense no certame...

 Richard e Paulo, amigo de milibola...

Futebol varzeano é esporte, recreação e convivência social...

Emily e a coleguinha Heloisa acompanhando os pais no CDC Uleromã...

Ao fundo é a Vitória, filha do amigo Marcelo, neta do Kim, a quem conheço desde a década de 60...

Os manos Cherré e Peu na mira da lente do Repórter Favela...

Arbitragem: Dema, Gabriel e Piá...

Um choque na disputa de lance tirou o Flavio de Lima do Jd Leonidas do jogo...

 Rapaziada curtindo o gol do Betinho, do Casarão, num poster oferecido pelo Futbolando...

A torcida bacana do simpático Alfhavile, do Pq Novo Santo Amaro...

REPÓRTER FAVELA

TÁ NA ÁREA!

CONFIRAM A CONVERSA...

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Marco Pezão conversa com o presidente do Jd Leônidas, Zé Carlos e os gols da vitória....

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Reportagem: Marco Pezão, Alai Diniz, Richard Rodrigues e Marcos Vellasco

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quarta-feira, 6 de setembro de 2017

Sarau do Coração Perdido na Casa Mario de Andrade

I LOVE LAJE NO FOMENTO À CULTURA DA PERIFERIA

 
Em brumas, a cidade de São Paulo encontrou, em agosto, o coração que Mario de Andrade deixou pra sempre na Rua Lopes Chaves, número 546.

Apenas uma licença poética pra abrir o papo sobre o Sarau do Coração Perdido que tomou conta da morada de  um poeta, escritor, pesquisador musical do século XX: Mario de Andrade.   

Além de poeta atuante na Semana de Arte Moderna de 1922, Mario de Andrade inovou o romance com Macunaíma, o relato de um anti-herói em que reuniu diferentes mitos indígenas, mostrando a riqueza intercultural do país.

Em lugar de viajar a Paris, Mario de Andrade cantava as ruas de São Paulo, o rio Tietê e  preferiu se embrenhar pelas margens, em expedições ao Nordeste e Norte, coletando melodias, ritmos e danças populares.   

Entendem agora porque cabe na prática do sarau compartilhar um ato naquela casa que reúne um acervo das diversas facetas desse escritor na Barra Funda, não é? 

Imaginem que aula seria poder levar estudantes da periferia a esses espaços públicos, àquele lar-museu que abriga livros, fotos, repertório musical e cartas...

A presença marcante desse e outros ícones da Semana de Arte Moderna de 1922, aparece no painel ao fundo, atuando como cenário do jogral que abriu o sarau, comandado por Marco Pezão...

Quem foi àquela casa de esquina no bairro da Barra Funda naquele dia encontrou as vozes e se não viu o rio, ouviu as Meditações sobre o Tietê & Carro da Miséria, dois livros em forma de jogral...

A trilha sonora de João Verbo intercalou a arte instrumental com a musicalização de um dos poemas de Mario de Andrade, sem deixar de apresentar suas baladas durante o sarau... 

Carina Ruiz, Bispoeta, Elide Nascimento e Alai Diniz do coletivo do I love laje coloriram de vozes a presença subjacente de Mario de Andrade... 

Que há mais de sete décadas desfiava versos de um lirismo líquido, Mario de Andrade parecia embalar não só sua noite, mas a de uma cidade inteira..  

O público que prestigiou o Sarau do Coração Perdido naquela noite invernal participou do entusiasmo do grupo pelos poemas modernistas...

Fincando no coração do espectador um modo de ler e performar as duas obras criadas no fim da vida do poeta...

Após o jogral foi a vez de ouvir quem fora ouvinte, isso que no jogo típico do Sarau implica uma regra de liberar o microfone  para a presença de uma produção poética contemporânea. 

Zanir de Oliveira compartilhou com todos sua visão do poeta e  um poema de sua lavra que aqueceu o sarau...

E no eco dos poemas breves de Alexandre a encruzilhada  dos poetas canônicos que sentados atrás, nas escadas da literatura moderna, parecem observar a cena periférica atual...

Rafael apresenta alguns poemas de seu livro pra esse momento de partilha do sensível...

Entre poemas em ritmo de rap da dupla Elide e Bispoeta...


Ou  cena breve de Marco Pezão e Alai Diniz


Reverberam melodias de João Verbo...

Naquela noite  vozes sedentas do rio da linguagem lutaram contra a misemiséria do cotidiano. 

Confiram alguns excertos no vídeo!


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Reportagem: Alai Diniz e Marco Pezão 
Fotos e vídeos: Beatriz Citelli

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