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terça-feira, 28 de fevereiro de 2017

Cocada no Candearte é pura energia!

I LOVE LAJE NO FOMENTO À CULTURA DA PERIFERIA

Aos segundos sábados de cada mês, a partir das 19h, acontece a Cocada do Candearte, em sua Casa de Cultura, no Pq Marabá, em Taboão da Serra.

Estivemos lá participando do folguedo em 11 de fevereiro, representando nosso projeto de fomento à cultura da periferia...

...tendo por objetivo divulgar esse já tradicional encontro.

Mestre Magela é o principal anfitrião e dá boas vindas à coletividade que foi prestigiar o evento...

O poeta Binho chegou e foi distribuindo abraços...

...e boa conversa como demonstra nossa companheira de projeto, Alai...

Suzi do Binho, mãe, e Tati Minchoni visitando a quebrada...

Tati Candeia clicando sorriso com a baby no colo... 

Ana Joyce atende ao bar na maior simpatia...

Pausa pro mestre Magela em meio aos amigos...

Binho e o poeta grafiteiro Zudão em papo descontraído...

 As guloseimas e quitutes são atração...

Em trabalhar pela arte fazemos parte do conjunto...

Parte de um movimento que busca alternativas para exercer o direito de praticar nossa cultura regional, periférica e popular... 

Thata Alves, poeta, e apresentadora do Sarau da Ponte Pra Cá, e que também colabora nos trabalhos da Casa de Cultura Candearte...

Daniel Minchoni, poeta, do Sarau do Burro, declamando no Candearte...

Otília, do I Love Laje, canta um samba da antiga acompanhado de Geraldo Magela...

Muita energia boa provém de momentos como esse.

Ouvir, cantar, dançar, conhecer pessoas, conversar.

Rico, na humildade. Grandioso em sua simplicidade.

O espaço é aberto. Quem chegar é bem chegado! 

Esse projeto foi contemplado pela 1ª edição do Programa de Fomento à Cultura da cidade de São Paulo


DO CAMPO LIMPO AO SINTÉTICO

POESIA SEM MISÉRIA

A ARTE É VIDA

PRESTIGIE!



quinta-feira, 15 de dezembro de 2016

O Boi voou pelas ruas do Marabá

Sábado, 10, a Casa de Cultura Candearte promoveu o XII Cortejo do Boi Mimoso...

,,, e contou com a participação do Grupo Maracatu Ouro de Congo, Campo Limpo...

... e Congada Flor de Liz, do M Boi Mirim.

Feijoada servida no maior carinho. Confraternização e muita alegria marcaram o encontro

Ah, homens da Cultura de Taboão, esse sabor que emociona e me arrepia não conhecereis nunca...

A chuva caiu no maior aguaceiro

Mas, pela graça divina, já anoitecendo, o tempo estiou e o Boi partiu pelas ruas do Marabá.

Tem gente que vai à igreja. Outras gostam de futebol. De ver TV, e assim vai...

Ainda, há aqueles que têm pela arte popular o maior apreço.

Cientes de sua importância no contexto social.

E é com essa gente que eu me enquadro e me arredondo.

O importante é que apesar das dificuldades o Boi voou por asas próprias e espalhou todo seu axe pelas ruas do bairro.

Mestre Magela e todos os integrantes e participantes do Grupo Candearte, valeu!

O acaso é amigo da poesia. A persistência sua aliada.

Fica o registro do momento.

Instantes que transformam dúvidas em convencimento.

Amor vem pelo amor...

Fotos do entusiasmo estampado no estandarte...

... em nossos rostos e corações.

quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

É hora do boi no Marabá!

Mestre Magela comanda o Boi de Reis pelas ruas do Pq Marabá

por Alai Diniz

Na periferia ainda há cheiro de mato; xote e xaxado e gente que chega da catingueira... Esse pessoal valente que vem com a mão na frente outra atrás e que, um dia, antes de subir no pau-de-arara... 

(Muita atenção!) Vale aqui um breque: Pau-de-arara, antes de virar nome de tortura na época da ditadura (rimou!) foi, em primeiro lugar, a viagem de pau-de-arara, que, de fato, era uma violência pra quem vinha do Nordeste,  dependurado na traseira do caminhão, depois de uma decisão que impressionava quem quisesse escutar: 

“Ó xente, vou-me embora pra São Paulo”!

Verdadeiro Eldorado na fantasia desses “cabras, calangos, ou negos doidos”. Como disse Rachel de Queirós: 

“São Paulo, terra do dinheiro, do café, cheeeeeia de marinheiro.”

Taboão da Serra não foge à regra com tantos relatos de seus migrantes e por isso está na hora de você conferir a riqueza do ritmo, da voz e da dança do Grupo Candearte. 

Como é que pode, o poder público não ter ainda se tocado de propor um edital para incentivar essas práticas culturais que tem na convivência e na proposta comunitária sua grande finalidade?

Não se vende o canto, a dança, a alegria, apenas se propõe compartilhá-las!  Uma arte que só deseja encantar com a cantoria que incendeia o Parque Marabá todos os meses com sua tradicional Cocada.

E, neste sábado, dia 10 de dezembro, na Casa de Cultura Candearte, a partir das 13 horas, celebra-se o 12º Cortejo do Bumba meu Boi, ou Boi de Reis, percorrendo as ruas do Marabá. 

O evento contará com a participação dos Grupos de Maracatu Ouro do Congo e a Congada do Flor de Lis. 

E como manda a boa tradição, será oferecida uma feijoada a todos os participantes do folguedo.

Diferentemente do que ocorre nas touradas em diversos países de tradição ibérica, esse cortejo que cultua o boi, não o agride, nem o violenta, é arte em renovação.  

Venha praticar a folia!

É sábado, às 13h, na Casa de Cultura Candearte.

Ao lado do Centro de Convivência Marabá Novo.

Fotos: Marco Pezão

quinta-feira, 10 de novembro de 2016

Cocada com Sarapatel é no Candearte!

Neste sábado, 12 de novembro, às 19h, acontece a 28ª Cocada promovida pelo Grupo Candearte...

...denominada Cocada Preta, em reflexão ao Dia da Consciência Negra.

Aê meu amigo varzeano!

Em meio a essa alegria, o Sarapatel, no capricho, pode ser saboreado, claro, acompanhado da cerveja gelada...

Venha dançar o coco, e entrar em forma pro jogo domingueiro.

A Casa de Cultura Candearde fica ao lado do Centro de Convivência Marabá Novo.

A Cocada é um ritmo típico da região nordeste do Brasil.

Com influência Africana e Indígena, é uma dança de roda acompanhada de cantoria e executada aos pares, fileiras ou círculos em festas populares no litoral e sertão nordestino. 

Mestre Magela, no comando.

O Coco de Roda também é conhecido por Coco de Zambê, Coco de Ganzá, Coco de Usina, Coco de Embolada, Coco de Umbigada... 

Ganzá, Surdo, Pandeiro e Triângulo são os instrumentos característicos desse pagode regional...

acrescentados por outros conforme a região onde é desenvolvido...

Originalmente, o repicar da sandália de madeira usada no folguedo marcam a cadência do ritmo...

...e a sonoridade é completada pelas palmas...

Vale a pena conhecer o evento. 

A confraternização começa com uma mesa lotada de livros a serem distribuídos a quem interessar...

Segundo dizem, a dança do coco passou a ser desenvolvida quando os catadores de cocos pra acertar o piso de barro das casas, dançavam sobre ele... 

Pra botar mais pimenta no sarapatel artístico, os grupos Ganzarandá e Candogueiros, do Campo Limpo, estarão lado a lado com o Grupo Candearte, na edição desta Cocada Preta.

Lugar ideal pra compartilhar amizades...

A leitura, a arte, a cultura e a convivência social tão importante nos dias atuais

Família. O mestre Geraldo Magela e a filha...

O anfitrião Geraldo Magela e a poeta Alai Diniz...

Arte não tem idade, o garoto Gui tá sempre coladinho...

Casa de Cultura Candearte, no Pq Marabá, ponto de encontro da cultura regional e contemporânea.

Cocada, com Sarapatel, é no Candearte, 

Venha se divertir!

Sábado, 12 de novembro, às 19h.

Rua Marcelino Correia e Mello, s/n, ao lado do campo do CC Marabá.

Eu tô nessa!