Mostrando postagens com marcador Alvi-verde. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Alvi-verde. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 27 de novembro de 2012

Tantas histórias a contar

Fazia muito tempo que não os via. Somente o Bóia, que normalmente nos falamos.

O convite pra rever os amigos, que durante minha infância, a bordo daquele velho caminhão de apelido Caraveli, pude acompanhá-los pela várzea paulistana.


E depois, ao lado deles, defender o SE Alvi Verde, da Vila Sonia, fundado em 1957, por meu pai, o seo João. 

Um encontro com o passado sobrevivente, tão presente em mim.

“Quando pegamos uma bola vermelhinha, não há defesa que segure a nossa linha...”

“Lá vem o Alvi Verde subindo o morro com sua taça na mão...”

Recordo as canções quando chegamos ao sítio do anfitrião Cido, ex camisa 10 do São Paulo FC, na década de 60. 

Promissor futebol varzeano, da época. Um celeiro de craques. O Cido jogava no GD Vila Morse quando chegou ao profissionalismo.   

Reencontrar o Jaime, o Zé Carlos, o Julinho, o Bóia, o Fernandinho, e vê-los jogando bola num campinho. Pô, eu fiquei ouriçado pra jogar.

Foi um sábado mágico. Além deles, outros tantos amigos que eu não esperava lá encontrar. Mas senti falta daqueles que não puderam ir. 

E as fotos vindas do fundo do baú do Cido? Recordar é viver, já dizia o samba.

 Julinho tem a bola 7 sobre a mesa, e mantém as gozações em dia. 

‘Não fico velho, eu acumulo juventudes’, disse ele.

Beleza. Espero vê-los breve. 

Fica cá comigo o que a escola varzeana ensina: 

Quem sabe não tem idade, né Alvi Verde?