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quarta-feira, 23 de setembro de 2015

SC Jd Brasil é o campeão da Libertadores da Várzea!

Rapaziada do Projeto Narra Várzea...

Dugueto, Brechó, Kennya, Dj Tano, Akins Kinté e Alex Barcelos... 

Chegando ao Estádio Paulo Machado de Carvalho, o Pacaembu, para animar e contar a decisão da Copa Libertadores da Várzea, no domingo, 20 de setembro.  

Fortalecendo o grupo, o Wlad Raeder, que também filmou o movimento.

Atrás dos troféus em disputa, o Favella, organizador da competição que teve 60 times inscritos.

Com o apoio da Secretaria Municipal de Esportes de São Paulo, 16.325 torcedores estiveram presentes.

O ingresso custou um quilo de alimento não perecível. 

A equipe do Sedex, da Cidade Tiradentes, chegou motivada para o confronto.

Da zona norte, o SC Jd Brasil veio no mesmo apetite.

O conjunto de arbitragem contou com Mario Junior, Bruno, Leonardo, Edson, Jefferson, e Alef.

Querendo entregar sua correspondência, o Sedex ameaçou primeiro.

Jogo tenso. Peitada no juiz.

Nesse lance, o Jd Brasil mandou sua chance pra fora.

Solão danado. Parada técnica pra refrescar.

No primeiro tempo pouco aconteceu, mas o atacante do Sedex desperdiçou esse lance de gol ao querer encobrir o goleiro.

0 a 0 na etapa inicial e o repórter Narra Várzea, Alex Barcellos, entrevista o secretário de esportes Celso Jatene. 

Retomado o jogo, aos 20 minutos, o camisa 11 Bistafa gingou e bateu forte entre as pernas do zagueiro...

Bola direta e reta pra malha, inaugurado o placar.

Ae ao Bistafa curtindo seu tento.

Já na base do desespero o Sedex apertou...

O árbitro deu 5 minutos de acréscimo. 

E foi no limiar do tempo, quando a torcida do Jd Brasil gritava acabou... 

Eis que, ligado o GPS, da meia lua, o camisa 7 Pará disparou a derradeira tentativa... 

Conseguindo, enfim, acertar o endereço da caixa postal.

Cidade Tiradentes em peso fez tremer o tobogã. 

Empatada a partida, 1 a 1, veio o apito final.

Os Narra Várzea, Kennya e Alex Barcellos, previram a decisão por pênaltis...

Goleiros e arbitragem sorteiam quem chuta primeiro.

Pênaltis, habilidade ou loteria?

O Sedex começou batendo e o placar estava 2 a 2, quando...

Na terceira cobrança, o goleirão Du caiu pro canto certo e praticou a defesa.

A vantagem do Jd Brasil pouco durou. Em seguida, Edgar mandou o pombo longe da gaiola. 

Mano, onde a bola foi parar?

Quinta cobrança, corações acelerados... 

E o goleirão Du fez a diferença... 

Vibra o arqueiro do SC Jd Brasil...

Enquanto o Sedex chora a mensagem interrompida. 

Nos pés do camisa 10 Hugo, o desfecho da história...

Batida perfeita, bola na rede: 4 a 3.

E então começava a festa do SC Jd Brasil, campeão da Libertadores da Várzea.

PREMIAÇÃO

Valeu subir a centena de degraus pra fotografar a premiação.

Musa, deusa? Requinte de beleza.

O secretario de esportes Celso Jatene acompanha a entrega do troféu de vice-campeão ao Sedex. 

Agora, a beldade condecorando os campeões...

Cassiano, técnico do Jd Brasil, levou a bola dourada.  

Jogadores e torcida tomam conta do pódio.

É o SC Jd Brasil comemorando a conquista. 

Findo o trabalho, a hora da despedida.

Os canarinhos do Narra Várzea foram impedidos de cantar a partida...

Mas, no conjunto, valeu! É missão cumprida. 

Em foto do Wlad...

Marco Pezão, correspondente do Narra Várzea, de Campo Limpo/Taboão, agradecido por fazer parte dessa confraria.

sábado, 19 de setembro de 2015

Ritmo e alegria na decisão da Libertadores da Várzea!

Nesta domingueira, 20, acontece a grande final da Libertadores da Várzea, a partir das 13h, no estádio municipal do Pacaembu.

Com narração exclusiva do Narra Várzea, as equipes SC Jd Brasil e SEDEX, da Cidade Tiradentes, vão pro confronto decidir quem fica com o troféu campeão!

Narrando com alegria e ritmo, a equipe do Narra Várzea.

O ingresso custa 1 quilo de alimento não perecível. 

Prestigie!

quinta-feira, 27 de novembro de 2014

Do lado de cá, Ponte Preta bate Mangue: 1 a 0.

AA Ponte Preta, do Jd Leme, Taboão da Serra, fez a abertura do Festival Do Lado de Cá, no sábado, 22nov14, às 14h, no CDM Jd São Luiz...

E enfrentou o Mangue, da Vila Madalena. 

Vila Madalena, hoje um bairro boêmio, mas que já teve uma várzea forte na década de 60 e 70, abrigando campos e times como o Leão do Morro, 1º de Maio, 7 de setembro...

Os Narra Várzea, Kennya e Alex Barcellos, entregam a camisa oficial da equipe à organizadora do evento Tatiana Ivanovici.

No exercício da profissão, Léo Guma, craque na lente, trabalhou na cobertura dos jogos.

Os troféus ofertados às equipes participantes.

Torcida da Ponte Preta sempre marcando presença.

O técnico da Ponte, Elvis Ricardo, concede entrevista enquanto os jogadores, a maioria, teve que trocar as chuteiras, pois no gramado sintético não é permitido usar as travas convencionais.

Bola rolando, e o time taboanense chegou assustando.
 
Por problemas técnicos, a equipe do Narra Várzea - Kennya, Alex, Fino Du Rap, Brechó e Dugueto - ficou fora do ar no 1º tempo.

Resolvida a questão, a narração de Alex Barcellos empolgou.

Aqui, o centroavante Tomas salta sobre o goleiro pra evitar o choque.

Pressionando em busca do gol, a Ponte Preta foi mais...

 Nesse arremate, a bola caiu sobre o ninho da coruja...

Buscando golpear o adversário, o técnico Elvis mandou à campo o jovem atacante Mateus. 

Em sua primeira participação, antecipando o zagueiro, aproveitou o cruzamento da direita e, de cabeça, desviou a bola em direção à malha.

Tá na gaiola! 1 a 0 Ponte Preta. E o garoto, camisa 19, abre os braços pra comemorar...

E ser comemorado pelos companheiros. Mateus é nome dele.

Fim de partida. O Narra Várzea, na cobertura, injetando adrenalina na alegria varzeana.

Comitiva da Ponte Preta, do Jd Leme, curtindo o troféu conquistado.

Mateus fez o gol da vitória e leva a foto de lembrança.

O dirigente Kell Santos.

O técnico Elvis. filho do Altamiro, fundador da Ponte Preta em 1985, é formando em Educação Física, e comanda a escolinha municipal de futebol no Jd Leme. 

Elvis,   , e Kell Santos, no comando da Ponte Preta, de Taboão da Serra.

Rostos colados no alambrado; o time do Narra Várzea improvisa um jeito diferente de contar e cantar o futebol na periferia.