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sexta-feira, 1 de maio de 2009

39 anos de Martinica

Abrindo a comemoração, o aniversariante Parados do Martinica...

Que bonito é...

Estivemos no CDM Martinica, palco de tantas emoções passadas, no domingo, 26/04, pra comemorar e acrescentar à história mais esse capítulo por todos nós vivido.

São quase duzentas fotos publicadas neste Futebolando, em matérias a seguir.

39 anos de GR Martinica. Aqueles que vestiram a jaqueta laranja, preto e branco, têm orgulho em afirmar: “Eu joguei no Martinica”.

Platéia tomada por centenas de pessoas. Reencontro de amigos que há muito não víamos.

A programação futebolística esteve ideal. Quatro jogos, quatro adversários de respeito, tradicionais de nossa várzea.

Conforme o planejado, a festa rolou preciosa. Famílias abraçando o desejo de felicidades.

Muita comida, churrasco, bebidas. Festejo do tamanho do Martinica, grande.

A homenagem feita a alguns visitantes, como Ataliba, Nilson, Tonzinho, Graúna, foi merecida e educada...

Cada qual recebeu uma camisa do Martinica, como lembrança da data.

Apenas um senão.

Porque não homenagearam também algumas pessoas que tanto contribuíram para que o GR Martinica chegasse ao apogeu de seus 39 anos de idade.

O Cipó, feito orador, e que comandou o tributo, nada falou sobre a história do Martinica.

De seus craques, de antigos jogadores que lá estavam levando seu carinho e nem sequer foram percebidos...

Não vi e nem ouvi o Cipó chamar o presidente Moacir Bordezam pra receber e fazer as honras da casa...

São pequenos adendos que não podem passar batidos.

Afinal, a construção, a fama e prestígio do Martinica se deve em muito a colaboração de diretores, jogadores e torcedores.

E isso é um fato que deve ser sempre lembrado. Quiçá, ao completar 40 anos, possamos, né Cipó, ampliar nossas homenagens.

Positiva a inauguração da nova lanchonete e dois amplos vestiários.

Há, inclusive, a intenção, conforme o Manezão comentava, do campo ser revestido com grama sintética.

Que bonito és, Martinica.

Bola pra frente e parabéns a todos aqueles que fizeram parte e que compõem a virtuosa família varzeana chamada GR Martinica.

Terça Nobre faz 4 a 2 no Parados Martinica

Na abertura da festividade, o Parados Martinica enfrentou o Terça Nobre, equipe comandada pelo Mauro, ex zagueiro do Corinthians.

Time vindo do bairro de Santana, mostrou porque é conceituado em nossa várzea.

O primeiro tempo da partida foi morno. O Terça Nobre marcou 1 a 0, gol de Mira.

Dono da situação na continuidade da 2ª etapa, O Terça Nobre continuou tocando a bola com responsabilidade, Kleber, cobrando falta, ampliou 2 a 0.

Chiquinho Romário entrou no jogo com a camisa 10. Martinica dos áureos tempos quando era goleador, ele fez o que gosta.

De uma bola na meia intermediária, Chiquinho Romário vislumbrou o goleiro Paulo adiantado.

O chute partiu consciente por cobertura. Um golaço: 2 a 1.

O nobre visitante não se intimidou e Robinho ampliou 3 a 1.

O mesmo Chiquinho Romário sofre penal. Paulinho cobrou e diminuiu: 3 a 2.

Pra não restar dúvidas, Vagnão fez a bola parada ganhar movimento. Com esmero, no cantinho, pra atazanar o guardião Rapa: 4 a 2.

Equipes

Parados Martinica
Rapa, Rubinho, Peru, Táta, Bahia, Manda Brasa, Cido, Inácio, Nascimento, Luciano, Bico, Dudu, Cidico, Cacá, Marcio, Abel, Milionário, Chiquinho Romário, Paulinho
Técnico: Mané

Terça Nobre
Paulo, Nenê, Tino, Maurão, Aranha, Mira, Vagnão, Robinho, Ezequiel, Bleber, Marcelo, Borba, Betão, Miranda, Mauro
Técnico: Mauro

O visitante Terça Nobre joga futebol com requintada nobreza...

39 anos de Martinica

Táta, que jogou no Parados Martinica contra o Terça Nobre. E, Alex, ele que hoje é presidente do conselho do GR Martinica, foi quem convidou o Futebolando para registrar a passagem do 39º aniversário deste renomado Furacão da Zona Sul...

O Terça Nobre é do bairro de Santana e joga futebol com facilidade, no conjunto. No lance estão Robinho, Bahia e Bico, observando...

A dura jornada do goleiro Rapa...

Que sofreu o primeiro gol depois de dividir com Vagnão...

A bola sobrou pro Mira completar e comemorar...

Já ia o segundo tempo quando Kleber, de falta, deixa o Rapa falando sozinho...

Até então, o Terça Nobre, 2 a 0, vencia com tranquilidade...

Mas o Chiquinho Romario entrou na partida e deu novo ânimo. Do seu pé, com tremenda lucidez, partiu o chute sutíl...

Por cobertura, deixando o goleiro Paulo na saudade, 2 a 1...

Meu amigo Chiquinho Romário fez o gol mais bonito desta domingueira esportiva. Uma justa homenagem ao Martinica, de tantas nuances a recordar...

O zagueiro Mauro, ex Corinthians, comanda o Terça Nobre...

Dudu, filho do Zé Carlos, melhor ponta direita da zona sul, batendo sua bola...

Rubinho, zagueiro central, conta infindáveis partidas com a camisa do Martinica...

O Terça Nobre voltou a apertar e Robinho encobriu o goleiro Rapa pra marcar 3 a 1...

O jogo foi disputado, mas o Terça Nobre mostrou maior entrosamento que o Parados Martinica...

Inácio Caixa D'água, parceiro varzeano da melhor qualidade...

O Parados Martinica criou chance de diminuir com Paulinho...

O ameaço de reação veio no pênalti sofrido por Chiquinho Romário. Paulinho cobrou e fez 3 a 2...

O Terça Nobre, porém, ao sentir-se ameaçado replicou. Vagnão e Bahia disputam o couro sintético...

Vagnão, meio campista, aqui chegando junto com Cido, cobrou uma falta pela esquerda...

Pra desconsolo do quiper Rapa, assim aconteceu o derradeiro chuá na malha da gaiola, 4 a 2...

Chiquinho Romario, tendo a esquerda o amigo Tim, relembrou com categoria aquilo que sempre fez de melhor: o gol.
Depois desse, só festa...

39 anos de Martinica

O Masters do Corinthians fez a festa na festa do GR Martinica

O Corinthians presenteou o Martinica com muitos gols: 5 a 1

Pelo segundo ano consecutivo, o Masters do Corinthians vem ao Campo Limpo saudar o aniversariante GR Martinica.

Desta feita, celebrando o 39º aniversário do anfitrião, o Coringão fez a festa em forma de gols.

Quem sabe não tem idade. É um, dois, e não está mais comigo. E nem contigo.

A bola passeia. Dinei diz porque veio e é a grande figura em campo. Marcou 1 a 0.

Depois, Ataliba, tomou conta do show. Fez 2 a 0, numa saída errada do goleiro Rapa.

Antes de terminar o 1º tempo, Ataliba, de corpo, deu o come no goleiro Rapa e mandou pra rede: 3 a 0.

Na 2ª etapa, com o goleiro Dafnes sob as traves, o Martinica não resistiu.

Uma bomba de voleio explodiu no guardião e ele, Ataliba, estava na jogada pra conferir o rebote: 4 a 0.

O Martinica fez o gol de honra depois de um cruzamento da esquerda. A redonda encobriu o goleiro Dagoberto e Botelho escorou pro fundo da rede: 4 a 1.

Pra findar, o zagueiro Graúna vai à frente e solta o torpedo. Dafnes voou no susto e nem viu a bola chacoalhar a malha da gaiola: 5 a 1.

Equipes

SC Corinthians Paulista
Dagoberto, Valdecir, Guinei, Graúna, Gino, João Paulo, Gilmar Fubá, Tonzinho, Ataliba, Nilson, Dinei, Mauro, Aguinaldo, Juarez, Vagner Basílio e Vaguininho
Técnico: Vagninho

GR Martinica
Rapa, Alex, Evandro, Carlinhos preto, Marquinho, Pires, Nenê, Cezinha, Neno, Cafu, Camarão, Laudo, Botelho, Zé Marcos, Cuca, Luiz Pedro, Carlão e Morota
Técnico: Cipó

Grande GR Martinica. Agremiação que conquistou tudo que teve direito nos 39 anos de existência...

quinta-feira, 30 de abril de 2009

39 anos de Martinica

Em campo, o Masters do Corinthians. As fotos foram rolando. O jovem corintiano, filho do Cebolinha, procurando ídolos de um tempo que ele viu não jogar; mas que ajudaram a construir a história do seu timão. Vagninho e Juarez completam o quadro...

Nilson, Dinei e João Paulo. O Cipó, santista, se posicionou pra recordar...

Dinei e Marcelinho já estiveram juntos sob o manto alvi negro...

O João do Taxi não ia dormir, caso não fosse clicado ao lado do Dinei. Feito o gosto...

Graúna, Alex, Vagninho, Ataliba e Cido, e por aí vamos...

O ponta esquerda João Paulo e o seu marcador, o ala direito Alex. O moço ainda dá trabalho, né Alex?...

O filho do Cebolinha e o Gilmar Fubá...

Agora, o Nilson fez a vontade do garoto...

Dinei foi dos mais requisitados dentre os ídolos que estiveram prestigiando o 39º aniversário do Martinica...

O Bispo, que é pai de vários varzeanos bons de bola, está flagrado ao lado do Dinei...

João Paulo e o Cido, mais uma vez conosco no Futebolando...

O palmeirense Pires e o Alex, Martinica de tantas glórias...

Dinei, Luiz Pedro e Cido. Até que enfim está no ar, né Luiz?...

E pra satisfazer o Luizão, ele na dobradinha com o Pires...

Dinei e o árbitro do jogo Miler...

Carlão, que defendeu o Martinica, trouxe a galera do Embu das Artes...

João Paulo, cujo nome é Sergio Donizeti Luiz, é dos últimos ponta esquerda nato que o futebol produziu. Revelação do Guarani onde jogou de 1984 a 1989, transferiu-se ao Bari, da Italia, e lá ficou até 1994. De volta ao Brasil jogou no Vasco da Gama, Ponte Preta, Corinthians, Sport Recife, Bahia, e União São João...

Na marcação, Alex parte pra cima do Gilmar Fubá...

Dinei, que abriu o placar com um golaço, é filho do centro-avante Nei, craque do Timão na década de 60.
Revelado no Corinthians em 1990, jogou no Guarani em 1991, onde se projetou. Retornou ao Pq São Jorge e foi negociado com o Grashopper, da Suiça. Em 1993 veio jogar na Portuguesa e passou pelo Internacional, Cruzeiro, Guarani, Coritiba, Inter de Limeira, Guarani e Corinthians.
Foi campeão brasileiro em 1998/99 e campeão paulista de 1999, pelo Corinthians. Campeão mineiro pelo Cruzeiro, em 1996...

Aqui, o Dinei meteu o chapéu no Cafu...

E depois curtiu a façanha num pedido de desculpas...

Ataliba marca 2 a 0, depois de dar um come no goleiro Rapa...

Ataliba é uma figura. Fez três gols e curtiu com a torcida. Um autêntico varzeano, dos nossos...

Das poucas chances que o Martinica criou. Laudo escapa do marcador Graúna...

Laudo chutou forte, mas o goleiro Dagoberto foi buscar no canto..

Gilmar, o Fubá. Volante do Corinthians entre 1997 e 2000, onde foi campeão paulista de 1997 e 1999. Campeão brasileiro de 1998/99, e mundial da Fifa, no Maracanã, em 2000. Daí foi jogar no Fluminense.
Segundo ele, a sua força física, conservada até hoje, é resultado das generosas mamadeiras de fubá que sua mãe lhe dava quando criança...

O Camarão que o diga. Numa dividida com o Gilmar Fubá, o ala do Martinica ficou pregado no alambrado. Voltou pro jogo flexionando o braço e dizendo: "O Fubá é uma martelada"...

Juares e Luiz Pedro. O Corinthians passeou...

O ex palmeirense Pires veio dar uma força pro Martinica...

O Ataliba não deixou zaga laranja em paz. Essa, o Marquinho rechaçou...

O goleiro Dagoberto, do Corinthians, de acordo com comentários posteriores, é irmão do conhecido Sabiá, de Embu das Artes...

No intervalo, Dinei autografou a camisa de diversos jovens fãs...

Evandro sofre pra conter o entusiasmado Ataliba...

Nosso craque Morota também teve passagem pelo Guarani e seleção brasileira. Agora, veterano, continua encantando o futebol varzeano, da categoria...

Essa o goleiro Dafnes não conseguiu segurar o rojão. Ataliba na espreita só esperou...

Bola na rede. Ataliba marcando o 4 a 0...

A molecada no barranco vibrou com Ataliba...

Ataliba ficou conhecido no Juventus onde jogou de 1977 a 1982. Nesse tempo enfrentou o Corinthians 12 vezes e marcou 9 gols, fato primordial para ser contratado pelo timão. Estabanado e alegre caiu no gosto da torcida. Fez parte dos bons tempos da democracia corintiana comandada pelo Dr Sócrates, sendo bicampeão paulista em 1982/83.
Negociado com o Santos FC faturou o campeonato paulista de 1986. Jogou no Santa Cruz e sagrou-se também campeão pernambucano...

Carlinhos Preto defendeu o Martinica nesse encontro histórico. Jogou profissionalmente e atua no Independência de Embu das Artes...

Botelho fez o gol de honra do Martinica. Conhecido por Cajarana, jogou no Paraná e fez um gol, na época, celebrado como o gol do Fantástico...

O Graúna é como o vinho envelhecido, melhor que antes. No fechar da cortina carregou a bola e soltou o pombo...

Mergulhado na terra, Dafnes, o goleiro, só ouviu o repicar de asas afagando a malha da gaiola...

5 a 1 estava de bom tamanho e o zagueirão Mauro diz:
"Até o ano que vem, Martinica"...