terça-feira, 30 de julho de 2013

Revivendo

Sergio Vaz e Marco Pezão inaugurando o primeiro Sarau da Cooperifa, em outubro de 2001, no bar Garajão, em Taboão da Serra...

Apoio nas ideias, a visita de Mano Braw acendeu o rastilho da pólvora...

Em dia de entrega de medalhas, que depois virou o troféu Cooperifa dedicado aos incentivadores da cultura na periferia, Sergio Vaz brindou com o Doriana, Renato e Bodão, sócios no bar Garajão...

Finado poeta Elmanto, de Embu das Artes, e o poema da fome. O arroz e feijão na marmita. Lenha numa fogueira que começava a arder...

A poesia desengavetou nossa voz. O sarau relevou nossa estima....

Ao centro, o finado Jota. 'Mano que é mano não tira ninguém'. Elber, Kennya, Marcio Batista e tantos mais se incorporaram à água e conjugaram o plural no singular...

Depois de tantos anos, um microfone pra entoar o fado. Só nós dois é que sabemos, até hoje choro quando ouço Otília cantar...

Já no bar do Zé Batidão, Piraporinha, no sarau dedicado à mulher, Zezé Mota fortaleceu a travessia contrária da ponte...

Rose e todos os orixás atuantes em nome da nossa causa. Estímulo à poesia escrita e falada, aos questionamentos sociais, e o fervor dos aplausos... 

Maria Tereza, poetisa, enriqueceu o caminho trilhado e deixou seu brilho... 
 
Binho, Sergio Vaz e Marco Pezão com o Sarau da Cooperifa na festa das crianças da AA Ponte Preta, do Jd Leme, em 2003...

Uh! Cooperifa! A literatura periférica bebe das ruas e os saraus, em sua diversidade, se propagaram por toda sampa e além...

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