sábado, 27 de dezembro de 2008
sexta-feira, 26 de dezembro de 2008
Dorinho, eco de um gol que passou!
Dorinho (esq) e o Zé do Gás, em foto do Leão do Morro, de 1960.Há dois anos escrevi esta crônica, reproduzida hoje, no mesmo dia de sua morte...
- Você ficou sabendo que o Dorinho morreu?
Não o sabia. Mas, o triste fato aconteceu no dia 26 de dezembro de 2006, dois dias antes dele completar 66 anos.
Dorinho, de nome Theodoro Júdica Junior, apontado por todos que o viram em ação como o maior craque que a várzea viu jogar.
Isso nos áureos tempos do futebol varzeano da Vila Madalena.
De campos que hoje vagam na idéia de poucos. De times que são somente lembranças; Leão do Morro, 1º de Maio, 7 de Setembro, Brasil de Pinheiros, Serepe...
Dorinho foi marca. Canhoto habilidoso. Exímio cobrador de faltas. Não foi profissional porque era vadio, numa boa. Gostava do samba, da farra, da boemia em parceira com a bola.
Tinha tudo para dar certo. Jogou com Dudu, Bazane, Rosan, na Ferroviária de Araraquara, quem se lembra?
Pegou o trem de volta e não apareceu mais. Como ele me disse:
- Me especializei nos gramados carecas, varzeanamente falando...
Entre os amigos tinha um carinho especial com aqueles que jogaram com ele, na época:
Miura, Carminho, Zé do Gás, Tiziu, Zé Cavalo, Filú...
E dos mais recentes quando em Taboão veio morar, o Doriana.
E aí eu me coloco entre os apelidos dessa tão intensa e curta pelada da vida.
O Dorinho tinha uma maneira própria de se expressar. As frases eram precedidas por um sonoro ôôô!
E tudo, ou quase tudo se transformava em brincadeira. Vivia sempre pronto pra qualquer balada.
Lembro-me que, certa vez, estávamos em um grupo de seis pessoas assistindo o CATS contra o Santos FC, divisão de base, no estádio.
Pouca gente além de nós na arquibancada. O nosso time perdia o jogo e não entusiasmava a pequena torcida.
Pra desbaratinar a monotonia, Dorinho começou a contar um caso do seu jeito, e eu reconto conforme o fruto que em mim ficou:
- Ôôô, tinha um cientista português que foi estudar uma aranha. Colocou ela em cima da mesa e com a tesoura cortou uma perna da aranha...
Então, o doutor bateu toc toc na mesa e falou: Ôôô, anda aranha, anda. E a aranha andou...
Sentado entre nós seguiu detalhando:
- Depois o homem cortou a segunda perna da aranha e disse: Anda, aranha, anda. E a aranha ôôô andou...
Já deve ter percebido o leitor que a piada é antiga. Mas, Dorinho, nos prendia atenção...
- Ôôô, de novo o doutor cortou mais uma perna da aranha. Anda aranha, anda. E a aranha andou...
Nem o gol de honra de Taboão nos fez mudar de atitude. Continuamos ouvindo com interesse e sorriso nos lábios.
E o doutor português pra adiantar a operação cortou três pernas da aranha e chamou:
– Ôôô, anda aranha, anda. E a aranha andou.
Você sabe quantas pernas a aranha tem? Então, resumindo o desfecho, eis:
- Ôôô, e aranha tava com duas pernas e o doutor português mandou: Anda aranha, anda. Ôôô, a aranha manquitolando ainda andou.
Imitando com os dedos o manco gesto, Dorinho arrematou:
- Ôôô, o doutor português deixou a aranha com uma perna só. Anda aranha, anda, anda. E a aranha não andou! Ôôô, o cientista português falou pra secretária:
- Ôôô, anota aí a conclusão. A aranha com uma perna só é surda!!!
Lembro que rimos muito, tal qual a maneira dele contar.
De recordação guardo imagens de momentos como esse, apertado abraço de amigo torcedor.
Mais que isso. Fica para nós, Dorinho, da sua vivência:
Ôôô, o eco de um gol que passou.
Goooolll!
quarta-feira, 24 de dezembro de 2008
Foto Mania
Esse é o Alex Baiano comemorando um gol pelo CA Taboão da Serra, no campeonato paulista da 2ª Divisão, em 2007.À época eu escrevia a página de esportes do jornal Hoje. Toda semana colocava algum jogador em destaque. E o Alex nunca tinha sido publicado. Ele me pertubava, na boa: "E aí Pezão, quando você vai me pôr no jornal?"
Foto no futebol é ocasião. E dele eu não tinha acertado nenhuma, ainda.
Naquele jogo, o Alex estava na reserva. O CATS perdia, e fui pra arquibancada, no segundo tempo.
Tomava uma cervejinha, e o técnico Menta atendeu a torcida que pedia por Alex. Mal o Baiano entrou, na primeira bola que ele pegou, partiu em disparada pela direita e meteu caixa.
O lance do gol ficou congestionado, mas a comemoração eu peguei na veia...
terça-feira, 23 de dezembro de 2008
Taboão da Serra é sede da 40ª Copa São Paulo
Vista da arquibancada do estádio municipal vereador José Feres durante a 38ª Copa São Paulo, de 2007...Aos olhos do mundo, o futebol moleque
Janeiro se aproxima e a temporada começa com a participação do CA Taboão da Serra na 40ª Copa São Paulo de Futebol Juniores.
Aqui será disputado o Grupo F que terá, além do CA Taboão da Serra, as equipes do Rio Preto (SP), Fortaleza (CE) e Vitória (BA).
Tabela de Jogos
1ª Rodada - 04/01/09
9h CATS x Rio Preto (SP)
11h Vitória (BA) x Fortaleza (CE)
2ª Rodada - 07/01/09
14h CATS x Fortaleza (CE)
16h Rio Preto (SP) x Vitória (BA)
3ª Rodada – 11/01/09
14h Fortaleza (CE) x Rio Preto (SP)
16h CATS x Vitória (BA)
A história da Copa São Paulo
Atualmente são 88 equipes, de todas as regiões do Brasil, espalhadas por 22 cidades sedes no estado de São Paulo.
O campeão só é conhecido após 163 jogos disputados.
A decisão da Copa São Paulo de Futebol Júnior acontece em 25 de Janeiro, dia do aniversário da capital paulista, como parte das comemorações.
Hoje, após 40 anos de disputas, muitas foram as transformações ocorridas no certame.
A primeira edição do torneio, em 1969, teve apenas 4 participantes: Nacional, Palmeiras, Corinthians e Juventus, representados pela categoria juvenil.
Os juniores só passaram a existir como categoria de base anos mais tarde. E, naquele distante dia 24, o Nacional venceu o Palmeiras no primeiro jogo realizado pela Copinha.
Em seguida, na outra semifinal, o Corinthians bateu o Juventus.
O Centro Educacional e Esportivo Vicente Ítalo Feola, na Vila Manchester, zona leste de São Paulo, foi o palco inicial da história.
O Corinthians ficou com o título inédito após derrotar o Nacional, na manhã de 25 de janeiro.
A competição repetiu o mesmo formato no ano seguinte e o Corinthians derrotou o Palmeiras, na final.
Após a conquista do tricampeonato mundial pelo Brasil, em 1970, no México, e com a criação da Secretaria Municipal de Esportes, é que se resolveu expandir o torneio.
Vieram Fluminense (RJ), Botafogo (RJ) e Grêmio (RS). A primeira Copinha com times de outros estados teve uma final carioca:
O Fluminense surpreendeu o favorito Botafogo, que havia goleado todos os outros adversários, e ficou com o título.
Um fato que consolidou a importância do torneio foi a revelação do craque Falcão, em 1972, pelo Internacional.
A descoberta do talento chamou atenção dos clubes e a Copa São Paulo mostrou seu potencial: o de apresentar jovens craques ao país.
Gradativamente, o número de participantes veio crescendo. Em 1971, a jornada teve 16 times. Em 1972, 23 clubes participaram, já que o Vasco (RJ) desistiu.
A variação continuou até 1991, quando 40 equipes marcaram presença em se mantendo assim por seis anos.
A partir daí, a competição inchou para 72 times em 2001. Em 2004 chegava-se a 80 clubes e desde 2005 o torneio tem mantido o número fixo de 88 agremiações de todo território nacional.
A idade-limite foi outro fator que variou ao longo da história do torneio. A princípio só eram aceitos jogadores de até 18 anos.
A partir de 1975, atletas com 20 anos puderam participar. Nas duas últimas edições, a faixa etária voltou a baixar, retornando aos 18 anos.
A característica de revelar atletas ao profissionalismo caseiro ou mundial mantém-se inalterada.
Muito embora o nível do futebol apresentado já não enche mais os olhos dos torcedores, como à época de ouro do nosso futebol.
Os motivos vão desde a degradação dos campos de várzea, lei Pelé, e a exportação prematura de jovens valores.
Organizada pela Federação Paulista de Futebol desde 1997, a Copa São Paulo de Juniores chega a 40ª edição e continua sendo o nosso principal atrativo para janeiro de 2009.
Os campeões da Copa São Paulo
1969 | Corinthians |
| 1970 | Corinthians |
| 1971 | Fluminense/RJ |
| 1972 | Nacional |
| 1973 | Fluminense/RJ |
| 1974 | Internacional/RS |
| 1975 | Atlético/MG |
| 1976 | Atlético/MG |
| 1977 | Fluminense/RJ |
| 1978 | Internacional/RS |
| 1979 | Marília |
| 1980 | Internacional/RS |
| 1981 | Ponte Preta |
| 1983 | Atlético/MG |
| 1984 | Santos |
| 1985 | Juventus |
| 1986 | Fluminense/RJ |
| 1987 | Não realizada |
| 1988 | Nacional |
| 1989 | Fluminense/RJ |
| 1990 | Flamengo/RJ |
| 1991 | Portuguesa de Desportos |
| 1992 | Vasco/RJ |
| 1993 | São Paulo |
| 1994 | Guarani |
| 1995 | Corinthians |
| 1996 | América/MG |
| 1997 | Lousano Paulista |
| 1998 | Internacional/RS |
| 1999 | Corinthians |
| 2000 | São Paulo |
| 2001 | Roma |
| 2002 | Portuguesa de Desportos |
| 2003 | Santo André |
| 2004 | Corinthians |
| 2005 | Corinthians |
| 2006 | América FC |
| 2007 | Cruzeiro/MG |
| 2008 | Figueirense/SC |
Foto Mania
O detalhe na bandeira do Brasil, Rejeitados ao centro no lugar de Ordem e Progresso.
As duas fotos foram enviadas pelo diretor João Silva, que acompanha o nosso Futebolando.
No embalo do espírito natalino, aí João, Neli, Joel, Dr Elias, famílias, e todos que compõem a simpática agremiação azul e branco, fica o desejo de muita paz pelos caminhos da vida...
segunda-feira, 22 de dezembro de 2008
Seleção Masters está em campo
O importante da idéia é quando se torna prática...
A seleção masters 45 veio sendo cogitada ao longo do 8º Municipal.
Uma semana após o Guayanã arrebatar o título, nesta domingueira, 21/12, na Vila Iasi, o selecionado se fez presente para confraternizar o final da temporada frente ao recém campeão.
Este blogueiro não pode estar presente e quem remeteu as informações e fotos via e-mail foi o Secretário de Esportes Luiz Lune.
Ele conta:
“A seleção venceu por 1 x 0. Estava muito quente, o sol rachando. Mas por ser um jogo comemorativo, foi bom jogo.
Faltou você, o craque da matéria. Espero que prestigie os próximos jogos”.
Obrigado.
Luiz Lune
Valeu, o blog agradece, Lune!
O escrete formado bateu o Guayanã com um gol do Carlos Alberto, o Borracha, do Parados. Dondon apitou o encontro.
Defenderam a Seleção Masters:
Carlão (Parados Vila Iasi)
Valter (Jovens Garotos)
Lomanto (Jovens Garotos)
Tiziu (Parados Vila Iasi)
Alexandre (Botafogo Pazini)
Kutum (Botafogo Pazini)
Navarro (Melhor Idade)
Xoxinho (Jovens Garotos)
Anselmo (Parados Vila Iasi)
Sinandes (Jovens Garotos)
Lulinha (Gr Pq Pinheiros)
Zinho (Gr Pq Pinheiros)
Pelé (Gr Pq Pinheiros)
Borracha (Parados Vila Iasi)
Elcio (Jovens Garotos)
Reinaldo (Rejeitados)
Robson (Jovens Garotos)
Marcão (Jardim Roberto)
Meia (Vila Nova)
Gersinho (Luzitano)
Marquinhos (Internacional)
Aí
Natal e Ano Novo de acordo com os desejos de cada um...
Abraços
domingo, 21 de dezembro de 2008
sexta-feira, 19 de dezembro de 2008
2ª Copa Verão Masters já é um sucesso
Só pelas equipes que vão participar da 2ª Copa Verão Masters, a competição está fadada ao sucesso.
Lembrando que na edição número um da Copa, ano 2008, a Portuguesa da Vila das Belezas sagrou-se campeã.
Nesta, além da Lusa Beleza, outras equipes de fora do município estarão presentes:
Do Campo Limpo vem o CSA.
Do Embu das Artes, os representantes serão: Dom José, Independência e São Marcos.
De Taboão da Serra estão confirmados:
Palestra, Santos, Vila Nova, Intercap, GR Pq Pinheiros, GR Marabá, Unidos Trianon, Pirajussara, Quebra Gelo, Vem Comigo, Rejeitados e Melhor Idade.
Ainda há tempo para inscrever seu time. Não fique de escanteio.
A 2ª Copa Verão Masters é organizada pela Liga Taboanense de Futebol e começa em 18/01/2009.
Ligue para o Dondon: 4685-6390
Festa campeã na casa do vice Melhor Idade
Ter a família reunida é gratificante, né, Didi? Você que empunha o troféu e se esforçou tanto pra viver esse momento...
Didi e Cidão, este blogueiro teve prazer em acompanhá-los nesta jornada. Em nome de vocês quero abranger toda agremiação. Jogadores, torcida, famílias que deram tom às nossas domingueiras:
Paz, sempre paz, no Natal e nos dias do novo ano que se aproxima...
quinta-feira, 18 de dezembro de 2008
Foto Mania
O Secretário de Esportes de Taboão da Serra, Luiz Lune, foi anfitrião do 8º Campeonato Masters 45...Comentário de Luiz Lune, após a premiação do campeão Guayanã:
"No princípio, quando foi criado o encontro dos masters, a idéia era de lazer.
Mas acabou indo pro lado da competição, uma competição sadia.
Durante o campeonato todo só teve um incidente, uma pessoa acabou se machucando e o resto foi só alegria, de muita confraternização.
Amigos relembrando o passado, de times e pessoas. Hoje, o campeonato de masters é dos eventos mais importantes dentro da minha secretaria.
Nem terminamos esse e já estou com saudades, pensando no outro.
Estamos montando a seleção de masters pra gente estar podendo visitar outras cidades...
E também proporcionar um lazer a mais durante a semana, pra população estar indo assistir.
Quanto à decisão é o que todo mundo viu. O Guayanã começou mal. Foi crescendo e mostrou um excelente plantel.
Na opinião de muita gente, domingo passado, contra o Zottis, foi a grande final, não menosprezando o Melhor Idade.
Mas eram os dois times de chegada, até pela tradição do Zottis, e, ali, quando o Guayanã ganhou, pareceu que havia pintado o campeão.
Hoje na decisão, Guayanã e Melhor Idade fizeram um jogo bonito, bem jogado. E a torcida aqui presente, tem sempre uma participação muito importante.
Positivo também é que quebrou a hegemonia. Isso faz com que os outros times acreditem e se reforcem mais.
Valeu. Estão de parabéns os dois times, e todos os times que participaram deste campeonato masters.
Eu acho que foi merecida a vitória do Guayanã."
Gildo é dirigente, técnico, articulador do campeão Guayanã e, principalmente, amante do nosso futebol varzeano...Carregado no bom humor, o Gildo falou:
"Nós demos uma colher de chá aí pro pessoal. O pessoal não soube aproveitar. Então, quando coloquei o time no lugar, nós chegamos.
De lá pra cá não perdemos pra mais ninguém.
É isso aí. O Guayanã é força, é raça, tudo que tem de bom.
Era um sonho ser campeão. Tenha muita certeza, disso.
Estou muito feliz. Agradeço a torcida. Vocês que me deram uma puta força.
Pra Secretaria de Esportes, sem palavras.
Enfim, tamos aí."
Artilheiro Masters é Gersinho
Gersinho, atacante do Lusitano, autor de 14 gols no 8º Campeonato Municipal Masters 45, é o artilheiro maior da competição...Gersinho jogou no Santos FC, à época daquele time denominado Os Meninos da Vila, com Juary, João Paulo e Pita, campeão paulista de 1978.
Na foto, ele disputa a bola com o zagueiro Ari, do Guayanã, em jogo disputado no Marabá Pinheirão.
O empate sem gols, naquele domingo, gerou a desclassificação do seu time, o Lusitano.
quarta-feira, 17 de dezembro de 2008
Guayanã é campeão do 8º Municipal Masters 45
Time cresceu na medida e hora certa pra faturar o desejado campeonato. O Guayanã venceu o Melhor Idade em 3 a 1 e tomou assento na galeria dos campeões...Elaborado pela Secretaria Municipal de Esportes, o 8º Campeonato Masters 45 de Taboão da Serra contou 31 times participantes.
Após três meses e meio de disputas ficam saudades, já que esta categoria enriquece o quesito amizade.
Melhor Idade e Guayanã foram a campo, na Vila Iasi, domingo, 14/12, em busca de um sonho.
De conquistar o objetivo traçado e fortificado ao longo desta jornada.
Com a bola em jogo, a primeira pontada partiu de um chute, de fora da área, aplicado pelo meia Tadeu.
O goleiro Carlão sentiu o baque e não segurou a bola. O ala Marcão apareceu e despachou o perigo.
No revide, o centroavante Manchinha invadiu pela esquerda e bateu cruzado. Pra sorte do goleiro Clá, a bola raspou o segundo pau.
Momentos depois, o Melhor Idade insistiu e Chupa Cabra, do lado direito, dá um bico na bola em direção a área.
Por trás da zaga, o el matador Didi dá o mergulho no chão e injeta o cabeceio rente a trave. Outro susto.
O Guayanã, por sua vez, achou o caminho do gol em belo arremate do volante Dequinha, da entrada da área. O goleiro Carlão quando viu, já era: 1 a 0.
Típico de uma final, a partida ficou presa à marcação.
O Guayanã se impôs mesmo no início da 2ª etapa. Paulinho, volante, mestre em cobranças de faltas distantes, acertou o canudo traiçoeiro.
Quicando à frente e antes da chegada do goleiro Carlão, a bola ganhou altura e foi dormir na malha da gaiola: 2 a 0.
O Guayanã tomou conta. Com a entrada do atacante Salgadinho, as estocadas no adversário passaram ser mais freqüentes.
Depois de uma bonita tabela, Paulinho serve o meia Todinha pronto pra arrematar. Ele, próximo da pequena área, lado direito, mandou ver no alto, sem chance pro goleiro Carlão: 3 a 0
O Melhor Idade chegou a diminuir com Manchinha em cobrança de pênalti: 3 a 1.
A esperada reação não aconteceu. O Guayanã foi superior e manteve o domínio.
Ainda teve chance de ampliar com Zé Roberto e Todinha, carimbando a trave e travessão. Além de duas oportunidades criadas por Salgadinho e Naca.
O árbitro Dondon teve o jogo na mão. E, antes do apito final, a torcida Guayanã cantava e fazia a festa do título.
Campanha do Guayanã
O Guayanã começou atravessado na competição. Mal organizado nas três primeiras partidas, o elenco se apresentou com menos de 11 jogadores. Um fiasco.
Mas a correção veio em tempo, e nas 4 últimas rodadas daquela fase, o dirigente Gildo conseguiu articular o desacerto.
O crescimento foi lento, mas o time foi ficando redondo. O brilho veio na semifinal quando derrotou o Jovens Garotos por 2 a 0.
Vencer o Melhor Idade em 3 a 1, na decisão, é a confirmação de que o Guayanã tem o melhor futebol da temporada masters 2008.
O Guayanã em 14 jogos disputados têm 8 vitórias, 3 derrotas e 3 empates. O ataque balançou a rede 22 vezes e sua defesa sofreu 10 tentos.
1ª fase
1 x 2 Ouro Preto
0 x 2 Grêmio Pq Pinheiros
5 x 0 1º de Maio
2 x 1 Jd Roberto
2 x 0 Santos
2 x 0 Vila Nova
2ª fase
0 x 0 Parados
2 x 0 Primor
0 x 0 Lusitano
Play Off
2 x 1 Pirajussara
0 x 0 Pirajussara
Semifinal
2 x 0 Jovens Garotos Zottis
Final
3 x 1 Melhor Idade
Equipes
Guayanã
Clá, Clóvis, Mauro, Jorge, Dequinha, Jânio, Paulinho, Batata, Tadeu, Dinei, Julio, Naca, Piu, Salgadinho, Todinha, Carlos, Joca, Danilo, João Batista e Ari
Comissão técnica: Gildo, Claudemir, Ronaldo e Silvinho
Melhor Idade
Carlão, Chupa Cabra, Zé Raimundo, Navarro, Alemão, Marcão, Zequinha, Didi, Manchinha, Roque, Mamão, Tabajara, Itamar, Pedro, Pivete e Paulo Japonês
Comissão técnica: Cidão e Alemão
O Melhor Idade veio comendo pelas beiradas e ultrapassou expectativas para triunfar como vice campeão masters 






